Avaliar-me como catequista
Por vezes não chega avaliar a catequese. Também o nosso desempenho deve ser alvo de reflexão, sem contudo cairmos no erro de nos julgarmos melhores ou perfeitos. Afinal, cada um tem um ou outro aspecto que pode melhorar, tem um ou outro ponto em que trabalha melhor e pode (e deve) partilhar, ajudar.
Eu e Deus
-Dedico tempo a Deus na oração?
- Quando é que me é mais difícil rezar?
- A comunidade paroquial, o grupo dos catequistas ajudam-me a rezar? Quais os problemas?
- Quais destas experiências de oração me ajudam a rezar melhor?
· Escuta da Palavra de Deus
· Meditação
· Oração espontânea de agradecimento ou de perdão
· Rezar com os salmos
· Oração organizada com o grupo de catequistas
· Eucaristia
- Qual foi mais difícil para mim?
- Qual a mais útil para me ajudar a crescer como cristão?
- Quais os modos de oração mais úteis para educar os catequizandos à oração?
Eu e os catequistas
- Entre todos os momentos que vivi com os outros catequistas, quais os que foram mais fáceis, quais os mais difíceis e quais os que me enriqueceram mais?
- O que mais aprecio nos outros catequistas?
· A capacidade de atrair os catequizandos
· A simplicidade
· A calma
· A constância
· A alegria constante
· A maturidade espiritual
- Entre estas atitudes, quais as que mais me desagradam?
· A inveja
· A atitude de superioridade
· A desconfiança
· Estar sempre a lamentar-se de tudo e de todos
· O mau exemplo
- Sinto-me capaz de ir falar diretamente com um catequista acerca das suas atitudes que acho incorretas; ou prefiro calar-me?
- Sinto a necessidade de viver, juntamente com os outros catequistas, experiências de formação espiritual, cultural e catequética?
Eu e os catequizandos
- Quais as atitudes mais comuns quando estou com os catequizandos?
· Escuta
· Apoio
· Disponibilidade
· Ajuda
· Diálogo
Ou…
· Impaciência
· Cansaço
· Confronto
· Imposição
- O que aprendi este ano ao fazer catequese?
- Os catequizandos “pedem” muitas coisas ao amigo mais velho (=catequista) que os acolhe, que reza com eles, que canta, que prepara as festas, que os anima… Quais as coisas que me deram mais prazer fazer com eles e quais as que me foram mais custosas?
- Estarei disponível para continuar na catequese?
Eu e eu
- Porque optei por fazer catequese?
· Porque os meus amigos também são catequistas
· Porque gosto de crianças
· Porque o pároco me pediu
· Porque tenho muito tempo livre
· Porque me sinto chamado a anunciar o Evangelho
· Para fazer novas amizades
· Para me sentir realizado(a)
· Para me dar de forma gratuita
· Porque sei que deixa a minha família contente
- Sinto-me apoiado pela comunidade cristã?
- Qual destas expressões é mais acertada?
· Sou catequista porque os catequizandos precisam de mim
· Preciso de anunciar, testemunhar, dizer que creio em Deus
- O ser catequista fez amadurecer a minha experiência de fé?
- Quais as descobertas, positivas e negativas, que fiz na minha personalidade e no meu carácter?
domingo, 17 de maio de 2009
quarta-feira, 11 de março de 2009
Qualidades de um bom Catequista
Qualidades de um bom Catequista
1. O catequista deve ter uma espiritualidade profunda de adesão a Jesus Cristo e à Igreja. Deve testemunhar por sua vida, seu compromisso com Cristo, a Igreja e sua comunidade. Deve ser uma pessoa de oração e alimentar sua vida com a Palavra de Deus.
2. Deve ser uma pessoa integrada na sua comunidade. A catequese, hoje, deve ser comunitária.
3. O Catequista precisa de uma consciência crítica diante de fatos e acontecimentos. Deve levar a comunidade à reflexão sobre a sua realidade, à luz da Palavra de Deus.
4. Ter sempre uma atitude de animador. Saber ouvir e dialogar, caminhando junto com a comunidade.
5. O catequista deve conhecer a fundo a mensagem que vai transmitir. Deve conhecer a Bíblia e saber interpretá-la; deve saber ligar a vida à Palavra de Deus e vice-versa.
6. O catequista precisa ter também certas qualidades "humanas":
- ser uma pessoa psicologicamente equilibrada;
- saber trabalhar em equipe, ter uma certa liderança e ser criativo;
- ser uma pessoa responsável e perseverante. Responsabilidade e pontualidade são necessárias;
- ter amor aos catequizandos e ter algumas noções de psicologia, didática e técnica de grupo;
- sentir dentro de si a vocação de catequista.
7. O catequista deve cuidar constantemente da sua formação. Nunca pode dizer que está pronto para sua tarefa. Precisamos de uma formação permanente:
- através de dias de encontro, reflexão e oração com os catequistas da sua comunidade;
- planejando e programando junto com os outros, ajudando-se assim mutuamente;
- participando de cursos dentro da própria comunidade ou paróquia,ou fora;
- lendo bastante, atualizando-se sempre, estudando os documentos da Igreja sobre catequese e outros assuntos atuais;
- formando o grupo dos catequistas.
8. Outras qualidades:
Ninguém nasce catequista. Aqueles que são chamados a esse serviço tornam-se bons catequistas através da prática, da reflexão, da formação adequada, da conscientização de sua importância como educadores da fé.
O catequista exerce um verdadeiro ministério, isto é, um SERVIÇO. E como nos diz o documento Catechesi Tradendae (A Catequese Hoje) a "atividade catequética é uma tarefa verdadeiramente primordial na missão da Igreja".
O catequista não age sozinho, mas em comunhão com a Igreja, com o grupo de catequistas. O grupo de catequistas expressa o caráter comunitário da tarefa catequética. E com o grupo que ele revê suas ações, planeja, aprofunda os conteúdos, reza e reflete.
O catequista necessita das seguintes qualidades:
• Ser uma pessoa com equilíbrio psicológico;
• Ter capacidade de diálogo, criatividade e iniciativa, saber trabalhar em equipe;
• Ser perseverante, pontual e responsável;
• Ser participativo, engajado nas atividades da paróquia, da comunidade e ter espírito de serviço;
• Ter vida de oração, leitura e meditação diária da Palavra de Deus;
• Ter espírito crítico e discernimento diante da realidade;
• Ser capaz de respeitar a individualidade de cada pessoa.
Isso não significa que exista uma pessoa que tenha todas essas qualidades, mas que devemos procurar desenvolvê-las no nosso dia-a-dia, pois se somos chamados, escolhidos por Jesus, Ele nos dá a graça para alcançá-las."
9. Uma paróquia onde não se prega a vivência de Jesus Vivo e Sacramentado e sim um Cristo histórico, como numa escola de catecismo, sem a preocupação de se criar um amor entre o catequizando e Deus.
Veja que o que é proposto pelas diretrizes, digamos, é o modelo ideal, o ápice de uma catequese renovada e cumpridora do papel de evangelizadora. E, neste ponto, entramos num campo mais delicado e surge uma dúvida: 'Como praticar e ser fiel a este modelo?'
Acredito que para começarmos a alcançar esta meta é nessecerário insistir na:
HUMILDADE e MISERICÓRDIA
Ninguém sabe tudo. Um catequista soberbo que não está aberto a uma formação continuada, está fora da vida sacramental (liturgia, confissão, etc), como poderá testemunhar e enfim, convencer aos catequizandos do amor de Deus? Humildemente devemos reconhecer nossas limitações e que devemos estar em constante RENOVAÇÃO. Não confunda com INOVAÇÃO, ou seja, mudança métodos ou de imagem, por exemplo quando você compra uma roupa nova você está apenas inovando seu visual e está APARENTEMENTE bonita mas não há mudança real na pessoa que continua a mesma antes da roupa nova. RENOVAR é transformar de dentro para fora, é fazer tudo novo, reestruturado, melhorado. E para isso, estudo e vivência da Palavra de Deus, dos Sacramentos e da Doutrina da Igreja é fundamental, para que renovada, a pessoa sempre busque no dia-a-dia viver com ardor e paixão a vocação de catequista, pois nós amamos aquilo que conhecessemos. E quando temos um grande amigo, falamos com nossas ações o amor que temos por ele. Pergunto: 'Catequista, tu és meu amigo, tu me amas?' Reflita a passagem no Evangelho de João capítulo 21, versículos de 15 a 19.
'E se o catequista não quer viver, estudar ou se deixar moldar por este modelo?' Digo tanto para aquele que faz a pergunta e para aquele que lhe é dirigido: usai da MISERICÓRDIA.
Nossa mãe Igreja Católica é sábia. E nos dá o caminho a percorrer ensinando-nos: "As obras de misericórdia são as ações caritativas pelas quais socorremos o próximo em suas necessidades corporais e espirituais. Instruir, aconselhar, consolar, confortar são obras de misericórdia espiritual, como também perdoar e suportar com paciência. As obras de misericórdia corporal consistem sobretudo em dar de comer a quem tem fome, dar de beber a quem te sede, dar moradia aos desabrigados, vestir os maltrapilhos, visitar os doentes e prisioneiros, sepultar os mortos. Dentre esses gestos de misericórdia, a esmola dada aos pobres é um dos principais testemunhos da caridade fraterna. É também uma prática de justiça que agrada a Deus" (CIC 2447)
Medite: "O verdadeiro desenvolvimento abrange o homem inteiro. O que importa é fazer crescer a capacidade de cada pessoa de responder à sua vocação, portanto, ao chamamento de Deus." (CIC 2461)
Deus lhe abençoe amigo(a) catequista!
'Não vos conformeis com o mundo!' Conf. Rm 12, 2
1. O catequista deve ter uma espiritualidade profunda de adesão a Jesus Cristo e à Igreja. Deve testemunhar por sua vida, seu compromisso com Cristo, a Igreja e sua comunidade. Deve ser uma pessoa de oração e alimentar sua vida com a Palavra de Deus.
2. Deve ser uma pessoa integrada na sua comunidade. A catequese, hoje, deve ser comunitária.
3. O Catequista precisa de uma consciência crítica diante de fatos e acontecimentos. Deve levar a comunidade à reflexão sobre a sua realidade, à luz da Palavra de Deus.
4. Ter sempre uma atitude de animador. Saber ouvir e dialogar, caminhando junto com a comunidade.
5. O catequista deve conhecer a fundo a mensagem que vai transmitir. Deve conhecer a Bíblia e saber interpretá-la; deve saber ligar a vida à Palavra de Deus e vice-versa.
6. O catequista precisa ter também certas qualidades "humanas":
- ser uma pessoa psicologicamente equilibrada;
- saber trabalhar em equipe, ter uma certa liderança e ser criativo;
- ser uma pessoa responsável e perseverante. Responsabilidade e pontualidade são necessárias;
- ter amor aos catequizandos e ter algumas noções de psicologia, didática e técnica de grupo;
- sentir dentro de si a vocação de catequista.
7. O catequista deve cuidar constantemente da sua formação. Nunca pode dizer que está pronto para sua tarefa. Precisamos de uma formação permanente:
- através de dias de encontro, reflexão e oração com os catequistas da sua comunidade;
- planejando e programando junto com os outros, ajudando-se assim mutuamente;
- participando de cursos dentro da própria comunidade ou paróquia,ou fora;
- lendo bastante, atualizando-se sempre, estudando os documentos da Igreja sobre catequese e outros assuntos atuais;
- formando o grupo dos catequistas.
8. Outras qualidades:
Ninguém nasce catequista. Aqueles que são chamados a esse serviço tornam-se bons catequistas através da prática, da reflexão, da formação adequada, da conscientização de sua importância como educadores da fé.
O catequista exerce um verdadeiro ministério, isto é, um SERVIÇO. E como nos diz o documento Catechesi Tradendae (A Catequese Hoje) a "atividade catequética é uma tarefa verdadeiramente primordial na missão da Igreja".
O catequista não age sozinho, mas em comunhão com a Igreja, com o grupo de catequistas. O grupo de catequistas expressa o caráter comunitário da tarefa catequética. E com o grupo que ele revê suas ações, planeja, aprofunda os conteúdos, reza e reflete.
O catequista necessita das seguintes qualidades:
• Ser uma pessoa com equilíbrio psicológico;
• Ter capacidade de diálogo, criatividade e iniciativa, saber trabalhar em equipe;
• Ser perseverante, pontual e responsável;
• Ser participativo, engajado nas atividades da paróquia, da comunidade e ter espírito de serviço;
• Ter vida de oração, leitura e meditação diária da Palavra de Deus;
• Ter espírito crítico e discernimento diante da realidade;
• Ser capaz de respeitar a individualidade de cada pessoa.
Isso não significa que exista uma pessoa que tenha todas essas qualidades, mas que devemos procurar desenvolvê-las no nosso dia-a-dia, pois se somos chamados, escolhidos por Jesus, Ele nos dá a graça para alcançá-las."
9. Uma paróquia onde não se prega a vivência de Jesus Vivo e Sacramentado e sim um Cristo histórico, como numa escola de catecismo, sem a preocupação de se criar um amor entre o catequizando e Deus.
Veja que o que é proposto pelas diretrizes, digamos, é o modelo ideal, o ápice de uma catequese renovada e cumpridora do papel de evangelizadora. E, neste ponto, entramos num campo mais delicado e surge uma dúvida: 'Como praticar e ser fiel a este modelo?'
Acredito que para começarmos a alcançar esta meta é nessecerário insistir na:
HUMILDADE e MISERICÓRDIA
Ninguém sabe tudo. Um catequista soberbo que não está aberto a uma formação continuada, está fora da vida sacramental (liturgia, confissão, etc), como poderá testemunhar e enfim, convencer aos catequizandos do amor de Deus? Humildemente devemos reconhecer nossas limitações e que devemos estar em constante RENOVAÇÃO. Não confunda com INOVAÇÃO, ou seja, mudança métodos ou de imagem, por exemplo quando você compra uma roupa nova você está apenas inovando seu visual e está APARENTEMENTE bonita mas não há mudança real na pessoa que continua a mesma antes da roupa nova. RENOVAR é transformar de dentro para fora, é fazer tudo novo, reestruturado, melhorado. E para isso, estudo e vivência da Palavra de Deus, dos Sacramentos e da Doutrina da Igreja é fundamental, para que renovada, a pessoa sempre busque no dia-a-dia viver com ardor e paixão a vocação de catequista, pois nós amamos aquilo que conhecessemos. E quando temos um grande amigo, falamos com nossas ações o amor que temos por ele. Pergunto: 'Catequista, tu és meu amigo, tu me amas?' Reflita a passagem no Evangelho de João capítulo 21, versículos de 15 a 19.
'E se o catequista não quer viver, estudar ou se deixar moldar por este modelo?' Digo tanto para aquele que faz a pergunta e para aquele que lhe é dirigido: usai da MISERICÓRDIA.
Nossa mãe Igreja Católica é sábia. E nos dá o caminho a percorrer ensinando-nos: "As obras de misericórdia são as ações caritativas pelas quais socorremos o próximo em suas necessidades corporais e espirituais. Instruir, aconselhar, consolar, confortar são obras de misericórdia espiritual, como também perdoar e suportar com paciência. As obras de misericórdia corporal consistem sobretudo em dar de comer a quem tem fome, dar de beber a quem te sede, dar moradia aos desabrigados, vestir os maltrapilhos, visitar os doentes e prisioneiros, sepultar os mortos. Dentre esses gestos de misericórdia, a esmola dada aos pobres é um dos principais testemunhos da caridade fraterna. É também uma prática de justiça que agrada a Deus" (CIC 2447)
Medite: "O verdadeiro desenvolvimento abrange o homem inteiro. O que importa é fazer crescer a capacidade de cada pessoa de responder à sua vocação, portanto, ao chamamento de Deus." (CIC 2461)
Deus lhe abençoe amigo(a) catequista!
'Não vos conformeis com o mundo!' Conf. Rm 12, 2
Cristo vive em nós
Cristo vive em nós
• Realidade da catequese hoje:
- muita doutrina, boa vontade, animação sem a vivência de Jesus vivo (Jesus Eucarístico na Missa e no Santissímo).
• Objetivo principal e real da catequese:
- Gerar Cristo no outro (catequizando), despertar o desejo de conhecer Deus.
• 'Pré-requisto' para alcançar tal objetivo:
- Cristo ser gerado na pessoa do catequista
- Vivência de oração
- Ter vida sacramental
- Espiritualidade
- Uso dos Carismas
- Unidade
- dar testemunho de vida
• Papa nos ensina:
- Encontramos a Cristo, e agora?
. Temos um rosto a comteplar...
Como?
• A luz do evangelho
Mt, Mc, Lc e Jo (Todo o Evangelho)
'Fazei tudo o que ele vos disser' Maria.
• O caminho da fé
Mt 16, 15-16 • quem é Jesus?
Jo 20,27-28 • homem de fé.
'O rosto do Filho de Deus, homem que sofre e divindade, o ressuscitado'
- A Vida do catequista deve ser uma busca constante de: santidade, oração, eucarístia, confissão, primado da graça (depender da graca Deus para tudo), escuta da Palavra e Anúncio da Palavra.
Leia:
- I Sam 15,22a (obediência)
- CIC 800, 1508, 801 (carismas)
• Realidade da catequese hoje:
- muita doutrina, boa vontade, animação sem a vivência de Jesus vivo (Jesus Eucarístico na Missa e no Santissímo).
• Objetivo principal e real da catequese:
- Gerar Cristo no outro (catequizando), despertar o desejo de conhecer Deus.
• 'Pré-requisto' para alcançar tal objetivo:
- Cristo ser gerado na pessoa do catequista
- Vivência de oração
- Ter vida sacramental
- Espiritualidade
- Uso dos Carismas
- Unidade
- dar testemunho de vida
• Papa nos ensina:
- Encontramos a Cristo, e agora?
. Temos um rosto a comteplar...
Como?
• A luz do evangelho
Mt, Mc, Lc e Jo (Todo o Evangelho)
'Fazei tudo o que ele vos disser' Maria.
• O caminho da fé
Mt 16, 15-16 • quem é Jesus?
Jo 20,27-28 • homem de fé.
'O rosto do Filho de Deus, homem que sofre e divindade, o ressuscitado'
- A Vida do catequista deve ser uma busca constante de: santidade, oração, eucarístia, confissão, primado da graça (depender da graca Deus para tudo), escuta da Palavra e Anúncio da Palavra.
Leia:
- I Sam 15,22a (obediência)
- CIC 800, 1508, 801 (carismas)
Critérios para ser Catequista
Critérios para ser Catequista
O Papa João Paulo II nos diz que a Catequese é uma "tarefa verdadeiramente primordial da missão da Igreja. Que ela é convidada a consagrar à catequese os seus melhores recursos de pessoal e de energias, sem poupar esforços, trabalhos e meios materiais, a fim de organizar melhor e de formar para a mesma, pessoas qualificadas". (Ct, 15)
Em virtude da importância do catequista na vida da Igreja, é fundamental que se definam critérios para a sua escolha.
Sendo assim e, respondendo aos anseios de nossos padres e catequistas, devemos seguir os seguintes critérios:
• Ser convidado e entrevistado pelo pároco para que o futuro catequista saiba que não estará sozinho e que sua missão está interligada à missão do pastor.
• Ter recebido os sacramentos de iniciação cristã: Batismo, Eucaristia e Crisma. Os responsáveis pela escolha dos novos catequistas devem usar o bom senso, pois, se querem uma comunidade madura, esforcem-se para chamar pessoas maduras na fé.
• Ter vida sacramental e litúrgica testemunhando, assim, a sua participação na comunidade.
• Colocar a catequese como prioridade pois assim, não deixará de participar das reuniões, dos eventos e dos retiros.
• Comprometer-se em aprimorar a sua formação.
• Se constituiu família, que tenha recebido o sacramento do Matrimônio.
• Ter disponibilidade de tempo para participar das atividades da catequese, fazendo uma programação que priorize: a formação, a preparação dos encontros catequéticos, a participação em reuniões e em celebrações litúrgicas.
• Cultivar o espírito de obediência e respeito às diretrizes referentes à Catequese, tanto em nível da Igreja Universal, quanto em nível da Igreja Particular.
O Papa João Paulo II nos diz que a Catequese é uma "tarefa verdadeiramente primordial da missão da Igreja. Que ela é convidada a consagrar à catequese os seus melhores recursos de pessoal e de energias, sem poupar esforços, trabalhos e meios materiais, a fim de organizar melhor e de formar para a mesma, pessoas qualificadas". (Ct, 15)
Em virtude da importância do catequista na vida da Igreja, é fundamental que se definam critérios para a sua escolha.
Sendo assim e, respondendo aos anseios de nossos padres e catequistas, devemos seguir os seguintes critérios:
• Ser convidado e entrevistado pelo pároco para que o futuro catequista saiba que não estará sozinho e que sua missão está interligada à missão do pastor.
• Ter recebido os sacramentos de iniciação cristã: Batismo, Eucaristia e Crisma. Os responsáveis pela escolha dos novos catequistas devem usar o bom senso, pois, se querem uma comunidade madura, esforcem-se para chamar pessoas maduras na fé.
• Ter vida sacramental e litúrgica testemunhando, assim, a sua participação na comunidade.
• Colocar a catequese como prioridade pois assim, não deixará de participar das reuniões, dos eventos e dos retiros.
• Comprometer-se em aprimorar a sua formação.
• Se constituiu família, que tenha recebido o sacramento do Matrimônio.
• Ter disponibilidade de tempo para participar das atividades da catequese, fazendo uma programação que priorize: a formação, a preparação dos encontros catequéticos, a participação em reuniões e em celebrações litúrgicas.
• Cultivar o espírito de obediência e respeito às diretrizes referentes à Catequese, tanto em nível da Igreja Universal, quanto em nível da Igreja Particular.
Catequista "ideal"
Catequista "ideal"
O (A) CATEQUISTA:
- Não pode ser o (a) dono (a) da verdade nem do saber.
- Não pode confundir ENCONTRO de Catequese com AULA de Catecismo.
- Tem que arranjar tempo e disposição para participar dos encontros de PREPARAÇÃO, PLANEJAMENTO e AVALIAÇÃO da Catequese.
- É pessoa que REZA (oração pessoal, com os demais catequistas, com os catequizandos e nos encontros litúrgicos de preferência sempre com as crianças).
- É uma pessoa que ESTUDA, REFLETE. Participa de cursos, busca constante atualização.
- Cultiva o espírito de EQUIPE; faz questão de trabalhar em equipe; nas coisas práticas, sempre procura agir de acordo com aquilo que foi resolvido em comum.
- É uma pessoa PONTUAL. Até se antecipa à chegada das crianças e é o último a sair. Os momentos antes e após o encontro de catequese com as crianças, são momentos preciosos para melhor conhecer e fazer amizade com as mesmas.
- Não tem "direito" de perder a paciência nem com o catequizando, nem com os familiares. Gritos, xingatórios, são anti-catequéticos.
- Procura sempre dar apoio e conviver fraternalmente com os colegas de Pastoral.
- Procura fazer todo possível para não prejudicar o andamento da Família. Pelo contrário, capricha mais para que todos se sintam felizes.
- Cria, inventa mas sempre com o objetivo de melhor transmitir a Mensagem proposta para aquele dia.
- Tem estima sagrada pela IGREJA, pela BÍBLIA, pela EUCARISTIA, entre outras coisas!
O (A) CATEQUISTA:
- Não pode ser o (a) dono (a) da verdade nem do saber.
- Não pode confundir ENCONTRO de Catequese com AULA de Catecismo.
- Tem que arranjar tempo e disposição para participar dos encontros de PREPARAÇÃO, PLANEJAMENTO e AVALIAÇÃO da Catequese.
- É pessoa que REZA (oração pessoal, com os demais catequistas, com os catequizandos e nos encontros litúrgicos de preferência sempre com as crianças).
- É uma pessoa que ESTUDA, REFLETE. Participa de cursos, busca constante atualização.
- Cultiva o espírito de EQUIPE; faz questão de trabalhar em equipe; nas coisas práticas, sempre procura agir de acordo com aquilo que foi resolvido em comum.
- É uma pessoa PONTUAL. Até se antecipa à chegada das crianças e é o último a sair. Os momentos antes e após o encontro de catequese com as crianças, são momentos preciosos para melhor conhecer e fazer amizade com as mesmas.
- Não tem "direito" de perder a paciência nem com o catequizando, nem com os familiares. Gritos, xingatórios, são anti-catequéticos.
- Procura sempre dar apoio e conviver fraternalmente com os colegas de Pastoral.
- Procura fazer todo possível para não prejudicar o andamento da Família. Pelo contrário, capricha mais para que todos se sintam felizes.
- Cria, inventa mas sempre com o objetivo de melhor transmitir a Mensagem proposta para aquele dia.
- Tem estima sagrada pela IGREJA, pela BÍBLIA, pela EUCARISTIA, entre outras coisas!
Modelo Escolar
Modelo Escolar
PRINCÍPIOS:
- continua acentuando as verdades das quais o catequizando é receptor
- aprofunda e defende os dogmas e as verdades
- Pio X torna a catequese mais sistemática com mais frequência aos sacramentos
- debelar a ignorância religiosa, principal mal moderno
- predispor a criança para receber bem os sacramentos
- escola, a grande aliada da catequese
CATEQUISTA:
- tem que ser hábil didata, como todo professor
- deve testemunhar com a vida o que fala
- deve ser bem relacionado com os catequizandos (alunos de catequese!)
- bem relacionado com os alunos
- conhece bem sua psicologia e as necessidades dos catequizandos
CATEQUIZANDO:
- catequizando tem dever de aprender assimilar e viver a doutrina
- deve participar das atividades através de cantos, pesquisas, desenhos, empenho na caridade
- é receptor de instrução de catequista, que sabe! Não caminham juntos...
MÉTODO:
- intuitivo: procura despertar a verdade através de elemento perceptivo
- é gradual, subdivide os programas
- ativo, suscita interesse
- marcado ainda por "noções"
- catequese = aula
- catequista = professor (a)
- catequizando = aluno (a)
PRINCÍPIOS:
- continua acentuando as verdades das quais o catequizando é receptor
- aprofunda e defende os dogmas e as verdades
- Pio X torna a catequese mais sistemática com mais frequência aos sacramentos
- debelar a ignorância religiosa, principal mal moderno
- predispor a criança para receber bem os sacramentos
- escola, a grande aliada da catequese
CATEQUISTA:
- tem que ser hábil didata, como todo professor
- deve testemunhar com a vida o que fala
- deve ser bem relacionado com os catequizandos (alunos de catequese!)
- bem relacionado com os alunos
- conhece bem sua psicologia e as necessidades dos catequizandos
CATEQUIZANDO:
- catequizando tem dever de aprender assimilar e viver a doutrina
- deve participar das atividades através de cantos, pesquisas, desenhos, empenho na caridade
- é receptor de instrução de catequista, que sabe! Não caminham juntos...
MÉTODO:
- intuitivo: procura despertar a verdade através de elemento perceptivo
- é gradual, subdivide os programas
- ativo, suscita interesse
- marcado ainda por "noções"
- catequese = aula
- catequista = professor (a)
- catequizando = aluno (a)
Modelo Psicológico
Modelo Psicológico
PRINCÍPIOS:
- começou a ser utilizado mais no começo do século XX
- atende mais às necessidades das pessoas; mais ligada à vida
- utiliza imagens, desenhos, estórias, histórias, lendas
- as celebrações litúrgicas e a Bíblia são mais valorizadas
- a verdade abstrata é apresentada através de Fatos Bíblicos e Liturgias
CATEQUISTA:
- explicitador da mensagem, mas sempre muito fiel às fontes da revelação e
da liturgia
- educador respeitoso, atento aos ensinamentos reais e das concretas capacidades dos educandos
- usa mais a psicologia e já torna a catequese mais atraente
CATEQUIZANDO:
- não é somente um recitador de conceitos e fórmulas, mas participa
- respeitam-se seus interesses, gostos, carismas, inclinações pessoais
- mas, quanto ao conteúdo, permanece passivo
MÉTODO:
- indutivo, sensível ao mundo concreto
- método psicológico, porém rígido, esquemático, previsto
- acento reçai sobre a criança e suas exigências
- parte do concreto para o abstrato
- usa recursos bíblicos, litúrgicos
- aplicado à vida e com síntese
PRINCÍPIOS:
- começou a ser utilizado mais no começo do século XX
- atende mais às necessidades das pessoas; mais ligada à vida
- utiliza imagens, desenhos, estórias, histórias, lendas
- as celebrações litúrgicas e a Bíblia são mais valorizadas
- a verdade abstrata é apresentada através de Fatos Bíblicos e Liturgias
CATEQUISTA:
- explicitador da mensagem, mas sempre muito fiel às fontes da revelação e
da liturgia
- educador respeitoso, atento aos ensinamentos reais e das concretas capacidades dos educandos
- usa mais a psicologia e já torna a catequese mais atraente
CATEQUIZANDO:
- não é somente um recitador de conceitos e fórmulas, mas participa
- respeitam-se seus interesses, gostos, carismas, inclinações pessoais
- mas, quanto ao conteúdo, permanece passivo
MÉTODO:
- indutivo, sensível ao mundo concreto
- método psicológico, porém rígido, esquemático, previsto
- acento reçai sobre a criança e suas exigências
- parte do concreto para o abstrato
- usa recursos bíblicos, litúrgicos
- aplicado à vida e com síntese
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